AMIGOS OU INIMIGOS???
É impressionante como em nossas vidas conhecemos pessoas e algumas ficam ou simplesmente vão.
Não deixa de ser verdadeiro que muitas vezes, temos a oportunidade de encontrá-las novamente. Outras, entretanto, jamais.
Aquelas que ficam, normalmente nasce uma amizade que é alimentada pelo carinho, respeito, admiração.
É certo que muitas vezes, pensamos se tratar de uma amizade sólida, verdadeira e pura e, para surpresa nossa, não é.
Basta, apenas, apresentarmos um ponto de vista divergente daquele que o nosso “quase amigo” tem, ou se falamos algo diferente daquilo que quer ouvir, ou então, simplesmente se resolvemos não mais continuar na mesma comunidade, para sermos sumariamente exacrados de suas vidas. E, pior, sem direito a defesa.
Mais objetivamente, durante alguns anos fui integrante de uma determinada comunidade e, obviamente, fiz muitos “amigos”.
Por razões pessoais, resolvi não mais continuar naquela comunidade e, aí, pude ter noção do quanto preconceito existe naqueles que se passavam por amigos meus.
Alguns, logo declaram guerra e pronto. Outros, entretanto, promovem uma guerra velada, faltando, talvez, coragem para admitir e afirmar que a nossa amizade, agora, não mais os interessa, porque pensamos de forma divergente.
Como exemplo, convidei algumas pessoas que sempre as tive como amigas e para as quais dispensei, sempre, grande carinho, para o meu Orkut e, no entanto, não tiveram coragem de recusar o convite, mas também não tiveram coragem para aceitá-lo.
Não aborreço-me, obviamente, com isso, por que, como diz um grande AMIGO: “às vezes é melhor um inimigo declarado do que um falso amigo”, e ele tem razão, pois o inimigo sempre sabemos do que ele é capaz, mas o falso amigo, isto não é possível.
Concluo, portanto, que minha saída da citada comunidade foi muito acertada, já que agora tenho a exata noção do quanto são pessoas preconceituosas, mesquinhas e pobres de espírito, pois não aceitam a divergência de idéia e pensamento e, talvez, por que desprovidos de idéias.
Resta, no entanto, lamentar muito, pois, apesar de tudo, são boas pessoas, embora marionetes.
É impressionante como em nossas vidas conhecemos pessoas e algumas ficam ou simplesmente vão.
Não deixa de ser verdadeiro que muitas vezes, temos a oportunidade de encontrá-las novamente. Outras, entretanto, jamais.
Aquelas que ficam, normalmente nasce uma amizade que é alimentada pelo carinho, respeito, admiração.
É certo que muitas vezes, pensamos se tratar de uma amizade sólida, verdadeira e pura e, para surpresa nossa, não é.
Basta, apenas, apresentarmos um ponto de vista divergente daquele que o nosso “quase amigo” tem, ou se falamos algo diferente daquilo que quer ouvir, ou então, simplesmente se resolvemos não mais continuar na mesma comunidade, para sermos sumariamente exacrados de suas vidas. E, pior, sem direito a defesa.
Mais objetivamente, durante alguns anos fui integrante de uma determinada comunidade e, obviamente, fiz muitos “amigos”.
Por razões pessoais, resolvi não mais continuar naquela comunidade e, aí, pude ter noção do quanto preconceito existe naqueles que se passavam por amigos meus.
Alguns, logo declaram guerra e pronto. Outros, entretanto, promovem uma guerra velada, faltando, talvez, coragem para admitir e afirmar que a nossa amizade, agora, não mais os interessa, porque pensamos de forma divergente.
Como exemplo, convidei algumas pessoas que sempre as tive como amigas e para as quais dispensei, sempre, grande carinho, para o meu Orkut e, no entanto, não tiveram coragem de recusar o convite, mas também não tiveram coragem para aceitá-lo.
Não aborreço-me, obviamente, com isso, por que, como diz um grande AMIGO: “às vezes é melhor um inimigo declarado do que um falso amigo”, e ele tem razão, pois o inimigo sempre sabemos do que ele é capaz, mas o falso amigo, isto não é possível.
Concluo, portanto, que minha saída da citada comunidade foi muito acertada, já que agora tenho a exata noção do quanto são pessoas preconceituosas, mesquinhas e pobres de espírito, pois não aceitam a divergência de idéia e pensamento e, talvez, por que desprovidos de idéias.
Resta, no entanto, lamentar muito, pois, apesar de tudo, são boas pessoas, embora marionetes.
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